O azul no inconsciente: profundidade e calma
Como a cor azul aparece nos sonhos e processos criativos como um convite à introspecção e ao sagrado.

Na tradição junguiana, o azul não é apenas uma cor — é uma imagem que atravessa culturas apontando para o mesmo território psíquico: o espaço vasto do que ainda não sabemos sobre nós mesmas.
Quando aparece de forma insistente nos sonhos ou nas produções plásticas de uma paciente, costuma anunciar um convite à quietude, à escuta do que vive sob a superfície das rotinas.
No ateliê terapêutico, oferecer pigmento azul e água é oferecer uma metáfora: dissolver os contornos rígidos do ego para que a alma possa respirar em outra escala.
— Emory Carla Figueiroa
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